População também pode colaborar com a segurança urbana

A vereadora Adriana Ramalho foi a primeira presidente mulher da Comissão Extraordinária Permanente de Segurança Pública da Câmara Municipal de São Paulo (CMSP).

Em 2017, a comissão realizou seis reuniões, duas diligências, um seminário, uma audiência pública e aprovou 13 requerimentos.

Durante o ano, representantes do Executivo compareceram às reuniões para dar informações sobre suas respectivas áreas. O comandante da Guarda Civil Metropolitana (GCM) falou sobre a abordagem aos moradores de rua; representantes da Secretaria de Segurança Urbana explicaram como é feito o trabalho nas Casas de Mediação; funcionários da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e da Secretaria de Mobilidade e Transportes falaram sobre segurança no trânsito; assim como a diretora do Departamento de Iluminação Pública (Ilume) explicou a situação da iluminação na cidade.

Câmeras integradas

Um dos principais assuntos abordados na comissão foi o programa City Câmeras, que em um ano já integrou mais de mil câmeras em toda a cidade. Dessas, 250 foram instaladas pela Prefeitura e as demais são equipamentos de prédios ou residências, que já se integraram ao sistema.

Até o fim da gestão, o City Câmeras deve contar com a integração de 10 mil câmeras. Essas imagens são transmitidas para o comando GCM e compartilhadas com as polícias militar e civil.

O acesso a essas imagens dá mais agilidade às ações de prevenção e combate ao crime, além de ajudar nas investigações. A participação da população é fundamental para o funcionamento do City Câmeras. Para saber como integrar a sua câmera ao sistema, veja os requisitos no site programa (www.citycameras.prefeitura.sp.gov.br) .

Vizinho sempre alerta

Outra iniciativa que vem se espalhando pela cidade é a Vizinhança Solidária. Criado pela Polícia Militar do Estado de São Paulo, o projeto contribui para reduzir os índices de crimes contra edifícios e residências.

A vereadora Adriana Ramalho é uma entusiasta do programa, já visitou os bairros de Vila Mascote e Santana, onde o Vizinhança Solidária já funciona e vem  acompanhando todas as etapas da operação.

O programa é implantado pela PM junto com os moradores e começa com reuniões de mobilização. Depois os moradores passam a observar as situações suspeitas na rua onde moram e avisam a polícia antes que o crime aconteça.

Para saber mais, procure o Conseg (Conselho Comunitário de Segurança) da sua região e o Comando da PM local.

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